segunda-feira, julho 18, 2011
quinta-feira, julho 14, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
segunda-feira, julho 11, 2011
domingo, julho 10, 2011
hoje
(...)
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar
(...)
Mar sonoro, mar sem fundo mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós.
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.
Sophia de Mello Breyner Andersen
quarta-feira, julho 06, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
cair em si
Morrer de amor não é o fim mas me acaba...
Morrer de amor não é o fim mas me acaba...
...mas me acaba
...mas me acaba
...mas me acaba
sexta-feira, julho 01, 2011
quarta-feira, junho 29, 2011
Vamos falar de obras embargadas. Não, de condomínios fechados. Espera... e os projectos que precisam ser revistos, ou revisitados. E as peças de teatro que nos fazem chorar. E os bailados. E os balões. Ah, e os corações. Que rima tão má: balões - corações. Esse condomínio fechado, essa obra embargada. Qual? Essa muralha em ruínas que já nem arrendar consegues.
ARRENDA-SE CORAÇÃO.
50 m2
Duplex, Triplex, tudo menos Simplex (?)
Arrecadação espaçosa, Terraço no último andar
Não mobilado, mas a desejar ser desejado (outra rima má, não dá)
Acessos... (ui...)
Digamos que estou com uma necessidade habitacional, ou seja de habitar e ser habitada.
Para um mundo cheio de gente, esta casa está muito vazia pa.
Subscrever:
Comentários (Atom)


